Piores do Mercosul:


Estas instalações ordinárias constituem a página eletrônica mais ignorada da Região Gaudéria! Em uma velha estação ferroviária (há muito abandonada, entre Santo Ângelo e Ijuí), encontramos (in)certos tibúrcios, aptos a formar um panfleto voltado para opiniões sobre videogames, quadrinhos, filmes, bugigangas modernosas -gadgets- e derivados. Aprochega, vivente, puxa um cepo e vamos desenrolar a charla!


(ESTE BLOG FOI CRIADO EM 13 DE JULHO, DIA INTERNACIONAL DO ROCK. Em sua origem, tem por editores irresponsáveis Xexéu Pilantra e Renato Patife .)

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

BALANÇO-GERAL DA BAGAÇA

              Buenas, passando a régua, bugrada, tivemos um ano magro, em termos de lançamentos para o Xboxta. E na moléstia opinião deste peão, o bagulho foi bem chinfrim (parecido com esta coluna, rsrsrs).
              Neste final de ano, ao apagar das luzes, tive um baita exemplo do poder da propaganda (de seu êxito comercial, em detrimento de sua veracidade – fracasso na alardeada proposta emuladora do gênero). Explico-me: dos quatro mais-que-aguardados - eu diria que já estavam “pré-cultuados” - ícones de 2011, RAGE, BATTLEFIELD 3, BATMAN ARKHAN CITY e MWF3, puts, nenhum superou seus antecessores (no caso do Rage, podemos dizer que nem chegou aos pés do Borderlands, sua declarada “inspiração”, aquela revelação de 2010 cujo sucesso ocorreu na surdina, quase indie, paralelamente ao cada vez mais fedegoso mainstream).  Afinal, se nas vendas cumpriram sua missão (por conta da consolidação de suas franquias), a diversão ficou a desejar (talvez, em contrapartida à gigantesca expectativa). Tanto que, aposto dois cafezinhos, logo, logo a rapaziada do conceito vai descartar da memória suas existências.
              Por outro lado, observo alguns “azarões”, títulos pouco comentados – ou até mesmo malhados pelos críticos (é bom lembrar que, boa parte deles recebe o seu jabazinho das produtoras... como anunciantes e formadores de opinião, no meio midiático).  Pangarés confiáveis, singelos contentamentos como ALICE: MADNESS RETURNS e BODYCOUNT. Aliás, este último é uma pequena provocação gamer : trata-se de um FPS caricato, ao estilo fliperama, anos 90, uma jocosa variante de um “Doom” afro-asiático, no qual inexistem enredo ou estratégia. O negócio é sentar o dedo e distribuir pipoco até na sombra. Lembrando que Dadinho é o baralho, meu nome é Zé Pequeno, zorra! É a típica paródia que você não se arrependeria de locar, para um zoado fim de semana chuvoso. Contudo, se for comprar, puxa, acho que uns setenta reais estaria de bom tamanho (em vez dos injustificáveis cento e trinta!).
              No mais, ainda permanecem exultantes no pódio xexeliano os três melhores jogos do Xboxta: MWF2, Borderlands e Dead Space (“velharias”, portanto).
              Inté mais, xiru, bom jingle bells e que 2012 seja BEM MELHOR !!!

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