Piores do Mercosul:


Estas instalações ordinárias constituem a página eletrônica mais ignorada da Região Gaudéria! Em uma velha estação ferroviária (há muito abandonada, entre Santo Ângelo e Ijuí), encontramos (in)certos tibúrcios, aptos a formar um panfleto voltado para opiniões sobre videogames, quadrinhos, filmes, bugigangas modernosas -gadgets- e derivados. Aprochega, vivente, puxa um cepo e vamos desenrolar a charla!


(ESTE BLOG FOI CRIADO EM 13 DE JULHO, DIA INTERNACIONAL DO ROCK. Em sua origem, tem por editores irresponsáveis Xexéu Pilantra e Renato Patife .)

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Dia de Faxina


“Festina lenta.” (Apressa-te devagar.)  Em minhas mãos, boas ideias que resultaram em jogos descartáveis, mormente pelo descuido em detalhes que fazem substancial diferença... Ao organizar minhas traquitanas, selecionei alguns títulos que, definitivamente, “zerei” (aos neófitos: a expressão significa vencer o desafio final de um jogo) e perdi o interesse na brincadeira -ainda que passados alguns meses.
Por efeito “faxina tech”, tento revender os jogos originais e em bom estado, para um camarada proprietário de uma locadora. Lamentavelmente, por valores inferiores à metade do que gastei na aquisição dessas promessas decepcionantes.  Como exemplos, entre outros, estou dispensando: A- GREEN LANTERN; B- FORZA 3; C- RAGE. Pois, salvo melhor alvitre:
A-   Como acontece com a maioria dos jogos de super-heróis, mesmo quando se escolhe a dificuldade mínima, não demora muito para que algum “boss” estrague a descompromissada, lúdica e diletante distribuição de sopapos. O que torna a fase uma repetitiva (leia-se entediante) sucessão de tentativas.
B-    Aqui a razão é oposta, mas de comum efeito: as corridas não são impeditivas aos jogadores ocasionais (meu perfil), porém são pouco estimulantes, permeadas por cenários pouco inspiradores e “rachas” tão divertidos quanto uma disputa de patinete. Cadê o nitro da bagaça? Essa potroca não anoitece, não chove, não tem neblina, drifting, etc.?
C-   Bah, que propaganda fajuta. O troço foi destacado com mais de 20 premiações da E3, tem seu estilo nos moldes de Borderlands etc. e tal, os gráficos sãos bons e os mapas (cenários) medianos. Maaaas... Puts, esqueceram das armas?! Velhinho, jogar um FPS com aquelas tralhas não rola, cidadão! Sem se falar do sistema burro-crático de ser compelido a dirigir longos trajetos, cada vez que surge uma missão (ao estilo hediondo de Far Cry2).
Em suma, sou partidário de que se elabore um setor especializado em “acabamentos e detalhes”, antes, durante e depois da programação dos jogos.  Ou volto ao Play2 e SuperNintendo (a velha-guarda que ainda manda bem.)

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