Piores do Mercosul:


Estas instalações ordinárias constituem a página eletrônica mais ignorada da Região Gaudéria! Em uma velha estação ferroviária (há muito abandonada, entre Santo Ângelo e Ijuí), encontramos (in)certos tibúrcios, aptos a formar um panfleto voltado para opiniões sobre videogames, quadrinhos, filmes, bugigangas modernosas -gadgets- e derivados. Aprochega, vivente, puxa um cepo e vamos desenrolar a charla!


(ESTE BLOG FOI CRIADO EM 13 DE JULHO, DIA INTERNACIONAL DO ROCK. Em sua origem, tem por editores irresponsáveis Xexéu Pilantra e Renato Patife .)

domingo, 31 de julho de 2011

Dicas de DVD (final de semana)

1- Preciosa   2- Desafiando Gigantes   3- Ben-Hur   4- O Livro de Eli    5- A Missão    6- Apocalypto    7- Um Sonho Possível
( Os cafajestes também amam: http://youtu.be/EUrLK1L0i2c )

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Dica de Vídeos (para o final de semana)

Blade Runner - O Caçador de Androides;
O Siciliano;
O Profissional;
O Perfume de Mulher;
Quatro Casamentos e Um Funeral;
A Paixão de Cristo;
O Menino de Pijama Listrado.

Oigalê, te fresqueia, lixiguana!

   Na boa, cambada, se formos analisar com alguma neutralidade, provavelmente, Atari e Playstation 2 serão apontados como os mais relevantes entre as gerações de consoles.
   Sabemos que ambos são dinossauros, se comparados com a evolução de recursos gráficos na indústria dos videogames. Contudo, se formos pensar em custo-benefício, bom... Basta nos certificarmos com os neandertais que jogaram nas épocas respectivas de suas vigências. Os jogos eram baratos, inovadores e empolgantes, com um acervo muito prolífero (diversos lançamentos mensais). Não por acaso, tornaram-se CLÁSSICOS.
   Em contrapartida, a maioria dos jogos das plataformas atuais corre o risco de ser tragada, pela esteira do lucro imediato (de um mercado mundial pré-aquecido). Ou seja, o caboclo programador de uma produtora até pode ter uma boa ideia, contudo esbarra na lógica comercial da demanda automática: "por que demorarmos na produção de um jogo, para caprichar no acabamento e na jogabilidade - e com isso investir mais no custo e demorar mais para o retorno da aplicação – se posso vender do jeito que está, pois a demanda mundial é diária e voraz?". Tchê bagual, imagine-se na pele de um empresário, ou de alguém que resolveu fazer uma parceria no investimento de um jogo eletrônico... Você não seria tentado a expor logo o seu produto, para receber o quanto antes (após meses só injetando grana sem ver retorno nenhum)? Pois é, morcegão, meio simplista e chula mas é a dialética do din-din.
   Nesse sentido, podemos citar alguns títulos que são evidentes em sua "precipitação calculada": Turok, Resident Evil 5, Call of Duty Black Ops (single player), Medalha de Honra, Need for Speed, Crysis 2, Homefront, etc. Sem falar naqueles que fazem parte de uma série já consagrada (pré-marketing), ou que são lançados a partir de um filme (vindos no vácuo do sucesso alheio).
   Concordam?
   Em tempo: 1- Não sou contra tecnologia, mas desfavorável a invencionices. "Kinect" e "Nintendo Wii", na minha particular ignorância, são coisas para nerd sedentário, pirralhada e nossos queridos avós. (Quando eu quero suar, procuro fazer esportes. Videogame é mão no controle, compadre!)
                          2-  Os consoles são lançados rápido demais, com capacidade processual extratosférica, porém a qualidade dos jogos nem tanto... Parece-me que os saltos promocionais, de uma geração de videogames para outra, deixou de ser tão visível e marcante. Falta a programação ("engines") acompanhar o desempenho dos hardwares.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Thor: For Asgard (por Renato Patife)

Uma coisa boa que resulta dessa avalanche atual de filmes de super heróis é que as editoras aproveitam a ocasião de grande exposição e marketing de seus produtos para relançar muito material clássico que, não fossem os filmes, provavelmente não veria a luz do dia.

Thor é um bom exemplo disso. Uma série de encadernados contendo histórias clássicas, com arcos completos, foi lançada nos últimos meses, em vários formatos (trade paperback, hardcover, oversized harcover e omnibus).

Um desses recentes lançamentos que despertou minha atenção foi o hardcover “Thor: For Asgard”. Escrito por Robert Rodi, o mesmo autor da ótima minissérie Loki, também do Deus do Trovão, e belamente ilustrado por Simone Bianchi, que alcançou grande popularidade desenhando Wolverine e Astonishing X-Men para a Marvel.

Nesta história, encontramos um Thor com dificuldade de administrar sua terra, seu povo e a si mesmo. Tempos difíceis se abateram por sobre o reino dos deuses. Odin está desaparecido, o inverno perpétuo chegou, vassalos estão se revoltando, e Balder está morto. A liderança de Asgard em tempos tão obscuros deixou Thor enfraquecido a ponto de não conseguir mais empunhar seu martelo Mjolnir. Devido ao rigoroso inverno, o suprimento dos frutos que garantem a imortalidade dos asgardianos está acabando, fazendo com que deuses envelheçam e morram.

É interessante vermos Thor assim, não apenas como um deus, herói e guerreiro, mas também como um rei que tenta impedir a derrocada de seu reino. Uma boa história, que vale a pena ser lida. Robert Rodi conquistou seu lugar em Valhalla.                       (Renato, Patife!)

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Começando Pelo Começo (já é alguma coisa...)

Bah, bugrada, inevitável que citemos a década de 80. Perdoem a arqueologia do tio, mas foi nessa safra que o furdunço teve início. Basta apresentar alguns ícones, tais como o “Tele-Jogo” (um protoconsole, o ancestral dos fliperamas domésticos, que se limitava a duas barras e um ponto na tela, movimentando-se verticalmente, num esboço de pingue-pongue), o fenômeno mundial da Atari (aqui no Brasil, emplacou também o Odissey, console da Gradiente - puts, curtia pra caramba o tosco “Senhor das Trevas”, um cartucho de nave horizontal), Master System (Alex Kid e companhia), Megadrive (Sonic), Nintendo, SuperNintendo, Nintendo 64; o salto dos jogos em cds: Sega Saturn, Playstation (1 e 2), Gamecube. Após, lançaram os dvds e segue o baile. Eita ferro, cambada, tive o privilégio de jogar em todos eles, coisa de louco, tchê!


Sugestões de nostalgia punk-bagual:  DOOM e QUAKE para PC são os precursores dos shooters de respeito, rapaziada! Na sequência, Sniper Elite, e para pausa, relaxe com Age of Empires 2, enquanto escuta o gaiteiro tocar The Smiths, Talking Heads, Yes, Genesis, The Cure, The Police, Depeche Mode, New Order, Cocteau Twins, Brian Ferry, OMD, Crash Test Dummies, Dire Straits, U2, Oingo Boingo, Tears for Fears e um catatau de outras bandas (sem falar na explosão do rock brazuca).  Jogos de consoles: River Raid, Missile Command, Pitfall e Hero (Atari), Star Fox e Top Gear 2 (SuperNintendo), Skull Monkeys, Army Men, Black, Need for Speed Hot Pursuit, Need for Speed Underground, Resident Evil 4 (Playstation).
Gibis:  Fusão (Wolverine&Destructor), Batman Cavaleiro das Trevas (Frank Miller), Demolidor (Frank Miller), Demolidor – Amor e Guerra, Ken Parker, Batman&Judge Dredd, etc.