Bah, bugrada, inevitável que citemos a década de 80. Perdoem a arqueologia do tio, mas foi nessa safra que o furdunço teve início. Basta apresentar alguns ícones, tais como o “Tele-Jogo” (um protoconsole, o ancestral dos fliperamas domésticos, que se limitava a duas barras e um ponto na tela, movimentando-se verticalmente, num esboço de pingue-pongue), o fenômeno mundial da Atari (aqui no Brasil, emplacou também o Odissey, console da Gradiente - puts, curtia pra caramba o tosco “Senhor das Trevas”, um cartucho de nave horizontal), Master System (Alex Kid e companhia), Megadrive (Sonic), Nintendo, SuperNintendo, Nintendo 64; o salto dos jogos em cds: Sega Saturn, Playstation (1 e 2), Gamecube. Após, lançaram os dvds e segue o baile. Eita ferro, cambada, tive o privilégio de jogar em todos eles, coisa de louco, tchê!
Sugestões de nostalgia punk-bagual: DOOM e QUAKE para PC são os precursores dos shooters de respeito, rapaziada! Na sequência, Sniper Elite, e para pausa, relaxe com Age of Empires 2, enquanto escuta o gaiteiro tocar The Smiths, Talking Heads, Yes, Genesis, The Cure, The Police, Depeche Mode, New Order, Cocteau Twins, Brian Ferry, OMD, Crash Test Dummies, Dire Straits, U2, Oingo Boingo, Tears for Fears e um catatau de outras bandas (sem falar na explosão do rock brazuca). Jogos de consoles: River Raid, Missile Command, Pitfall e Hero (Atari), Star Fox e Top Gear 2 (SuperNintendo), Skull Monkeys, Army Men, Black, Need for Speed Hot Pursuit, Need for Speed Underground, Resident Evil 4 (Playstation).
Gibis: Fusão (Wolverine&Destructor), Batman Cavaleiro das Trevas (Frank Miller), Demolidor (Frank Miller), Demolidor – Amor e Guerra, Ken Parker, Batman&Judge Dredd, etc.
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