Piores do Mercosul:


Estas instalações ordinárias constituem a página eletrônica mais ignorada da Região Gaudéria! Em uma velha estação ferroviária (há muito abandonada, entre Santo Ângelo e Ijuí), encontramos (in)certos tibúrcios, aptos a formar um panfleto voltado para opiniões sobre videogames, quadrinhos, filmes, bugigangas modernosas -gadgets- e derivados. Aprochega, vivente, puxa um cepo e vamos desenrolar a charla!


(ESTE BLOG FOI CRIADO EM 13 DE JULHO, DIA INTERNACIONAL DO ROCK. Em sua origem, tem por editores irresponsáveis Xexéu Pilantra e Renato Patife .)

sexta-feira, 13 de abril de 2012

FERRO NA BONECA !!!

Da série “coincidências suspeitas”, parece que a galera produtora de games resolveu atender aos relinchos internacionais deste que vos escreve. Pois não é que estão relançando alguns ícones antigos, repaginados pela tecnologia atual? Veja uma das minhas indicações (como visionário de plantão, sugeri o título em novembro do ano passado; leia o texto que postei sob título “Sessão Nostalgia”): SNIPER ELITE.
Trata-se de uma tentativa elogiável, contudo... Fica aquela famigerada sensação do “quase lá”.  Ao analisar o produto, em uma primeira rodada (afinal, eis um raríssimo título a ser jogado mais de duas vezes), pareceu-me evidente que:

1-     A evolução gráfica foi moderada, aquém do potencial dos atuais hardwares – e muito a desejar, quando comparado ao original do PS2 sobre um jogo criativo e viciante. Proposta: a substituição da arte gráfica no “cenário estático” (paredes, ruínas, mobílias, fontes, etc.), por colagens digitalizadas (gerando um aspecto mais real, próximo da cinematografia). Principalmente sobre duas cenas, em especial: a do atirador e a do acompanhamento do projétil (no efeito “bulls eye”);
2-     O escopo do usuário é a diversão, não a busca por uma reprodução fiel de uma narrativa da História. Portanto, os desenvolvedores da bagaça poderiam (leia-se DEVERIAM) balancear a jogabilidade, enriquecendo-a com aspectos atrativos tais como texturas casuais/pontuais, referências históricas ou populares, pequenos quebra-cabeças, efeito bufada sideral, trilha sonora roqueira, etc.
3-     Um pequeno-grande detalhe que faria considerável diferencial: incluir em cada missão um mercado para troca, construção, comercialização e alteração das armas (customização) e equipamentos (camuflagem, mapas, etc.).
4-     Dar uma caprichada nos limite vertical (céus, nuvens). Primar por missões em dias e noites com chuva ou neve. Incluir uma missão ao estilo “silent hunting”, ambientada em uma floresta.

Nesse contexto de chururu do rintintim, algo semelhante poderia ser feito - com provável êxito – com o Resident Evil 4 (o 5 foi uma desgraça, já o 6 está prometido para até o final do ano) e com o jurássico CYBERIA. Quem jogou o bicho sabe do trem bão a que me refiro...

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