Piores do Mercosul:


Estas instalações ordinárias constituem a página eletrônica mais ignorada da Região Gaudéria! Em uma velha estação ferroviária (há muito abandonada, entre Santo Ângelo e Ijuí), encontramos (in)certos tibúrcios, aptos a formar um panfleto voltado para opiniões sobre videogames, quadrinhos, filmes, bugigangas modernosas -gadgets- e derivados. Aprochega, vivente, puxa um cepo e vamos desenrolar a charla!


(ESTE BLOG FOI CRIADO EM 13 DE JULHO, DIA INTERNACIONAL DO ROCK. Em sua origem, tem por editores irresponsáveis Xexéu Pilantra e Renato Patife .)

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Bobagem das boas!


   Novamente, acabo de sair do cinema. No cardápio desta noite, O ESPETACULAR HOMEM-ARANHA, edição recente na saga do mais popular super-herói, com novo elenco e uma trama mais interessante. E minhas primeiras impressões são de... Bah, que baita filme! Os mequetrefes capricharam no bagulho! Um trem muito bem feito, e sem dúvida o melhor da série. O vilão também foi consistente, assim como as cenas dos sopapos.
    Mas atenção: NÃO ASSISTA SE NÃO FOR EM 3-D!  Pontos altos da patifaria: disparos da teia (em substituição aos meros “lançamentos”), conferindo um aspecto de “shooter”, algo mais agressivo e frenético. Além disso, o encerramento, quando a cena derradeira é configurada em um 3-D de arrancar comentários gerais da plateia.
    Resumo da bagaça: a produção alcançou com louvores o objetivo de dar novo fôlego a esse filão.  Por meio de uma linguagem mais moderna, a série atinge uma estética visual muito superior àquelas exibidas nos episódios anteriores. O roteiro também se demonstrou enxuto, objetivo – vamos ao que interessa – porém sem atropelos. Buenas, cambada, posso garantir que foi uma grata surpresa (a mídia em geral não vem rasgando elogios para esse azarão-quase-clandestino).
Sugestão do maluco: acrescentar algumas cenas de câmera em primeira pessoa, focadas nos pêndulos entre os prédios (fazendo com que o espectador tenha a perspectiva de estar ele na pele do tarzan dos arranha-céus). Um pouco mais de vertigem lancinante e destruição de paredes.  No mais, longa vida ao franzino cabeça de teia!

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