Quando, de passagem, percebo as pessoas babando em frente a um televisor, mesmerizadas com os despautérios da Bobo, SBT, Recorte e demais coitas... Misericórdia, como me é difícil avocar alguma lucidez, a sobriedade de que eu não sou um gênio, se comparado às vítimas dessa epidemia bestial. Em contrapartida, tento sublimar meu desconforto, a decepção com minha absoluta falta de paciência com tantas sucursais do inferno: domingão do burrão, porra total, domingo ilegal, programa do gagá (digo, gugu), entre tantos outros similares e derivados, além do horror dos horrores: as novelas!
(...)
Enfim, quanto mais avança o conhecimento científico, na colossal era da informática, mais embasbacado permaneço, diante da estupidez dos conteúdos transmitidos.
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