Sem novidades no front. Buenas, bugrada, neste 20 de
setembro, as escaramuças dão trégua para contagem das baixas. Não pretendo ser
pessimista, mas a coisa tá feia; maré baixa, cambada.
A onda da fartura dos games
parece ter sido exaurida (época do PS2). Desde então, as produtoras reduziram
drasticamente seus lançamentos (isso poderia significar, pelo menos, mais
capricho a cada título – o que não ocorre). O acervo de cada nova geração de
consoles tende a ficar menor que o das antecessoras. Bons jogos de FPS, por
exemplo, ficam restritos a 3 ou 4 por ano. Os interesses econômicos, dominantes
da indústria do entretenimento, solaparam de vez a pegada “artística” dos
conceitos urbanos (de criações mais próximas do realismo; divertimento
aprimorado, com um pé nos estúdios e outro nas ruas).
Particularmente, não me sinto
muito propenso a adquirir XboxOne (ou o PS4).
Fico mais em dar uma atualizada no meu PC, para eventualmente jogar algum
lançamento que mereça a experiência. No
mais, resta a torcida para que CRYSIS3
estenda sua excelência às telas do cinema (evidentemente, LONGE DE HOLLYWOOD). Ainda assim, para que esse
projeto tenha uma chance para ser levado a sério, sugiro uma produção
independente, radicalmente autoral sem cair no marasmo (violência não
pasteurizada, autêntica e plausível, talvez em um estilo naturalista moderno
das lentes francesas ou britânicas).
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