Piores do Mercosul:


Estas instalações ordinárias constituem a página eletrônica mais ignorada da Região Gaudéria! Em uma velha estação ferroviária (há muito abandonada, entre Santo Ângelo e Ijuí), encontramos (in)certos tibúrcios, aptos a formar um panfleto voltado para opiniões sobre videogames, quadrinhos, filmes, bugigangas modernosas -gadgets- e derivados. Aprochega, vivente, puxa um cepo e vamos desenrolar a charla!


(ESTE BLOG FOI CRIADO EM 13 DE JULHO, DIA INTERNACIONAL DO ROCK. Em sua origem, tem por editores irresponsáveis Xexéu Pilantra e Renato Patife .)

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Azedou a boca da égua!

     Sem novidades no front. Buenas, bugrada, neste 20 de setembro, as escaramuças dão trégua para contagem das baixas. Não pretendo ser pessimista, mas a coisa tá feia; maré baixa, cambada.
     A onda da fartura dos games parece ter sido exaurida (época do PS2). Desde então, as produtoras reduziram drasticamente seus lançamentos (isso poderia significar, pelo menos, mais capricho a cada título – o que não ocorre). O acervo de cada nova geração de consoles tende a ficar menor que o das antecessoras. Bons jogos de FPS, por exemplo, ficam restritos a 3 ou 4 por ano. Os interesses econômicos, dominantes da indústria do entretenimento, solaparam de vez a pegada “artística” dos conceitos urbanos (de criações mais próximas do realismo; divertimento aprimorado, com um pé nos estúdios e outro nas ruas).

     Particularmente, não me sinto muito propenso a adquirir XboxOne (ou o PS4).  Fico mais em dar uma atualizada no meu PC, para eventualmente jogar algum lançamento que mereça a experiência.  No mais, resta a torcida para que CRYSIS3 estenda sua excelência às telas do cinema (evidentemente, LONGE DE  HOLLYWOOD). Ainda assim, para que esse projeto tenha uma chance para ser levado a sério, sugiro uma produção independente, radicalmente autoral sem cair no marasmo (violência não pasteurizada, autêntica e plausível, talvez em um estilo naturalista moderno das lentes francesas ou britânicas).   

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