Piores do Mercosul:


Estas instalações ordinárias constituem a página eletrônica mais ignorada da Região Gaudéria! Em uma velha estação ferroviária (há muito abandonada, entre Santo Ângelo e Ijuí), encontramos (in)certos tibúrcios, aptos a formar um panfleto voltado para opiniões sobre videogames, quadrinhos, filmes, bugigangas modernosas -gadgets- e derivados. Aprochega, vivente, puxa um cepo e vamos desenrolar a charla!


(ESTE BLOG FOI CRIADO EM 13 DE JULHO, DIA INTERNACIONAL DO ROCK. Em sua origem, tem por editores irresponsáveis Xexéu Pilantra e Renato Patife .)

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Multiplayers, Stars War e Dois Canos Fumegantes

Calma lá, cidadãos. Antes que o ano – e com ele talvez o mundo (nunca se sabe)- se acabe(m), deixem o tio esclarecer alguns pontos mínimos.  A saber, sim, considero os jogadores on-line (ou os titânicos onliners), via de regra, melhores que os solitários – e cada vez mais ameaçados de extinção – jogadores single player. Ponto final.
            Dito isso, mantenho-me como humilde shooter ocasional. Prefiro, SEMPRE, o single player. Eis o motivo: não tenho tempo nem saco para me especializar num jogo. Geralmente, quando começo um FPS, escolho a dificuldade fácil ou mediana.  Após terminá-lo, SE – e somente SE – eu realmente tiver gostado do bagulho, torno a jogá-lo, então em um nível mais sério.  Gosto de visitar as histórias interativas, sem me escravizar, sem muito estresse (aliás, para este capiau, os jogos devem justamente atuar CONTRA a pressão dos dias). 

            Já nas competições multiplayer, você começa manezinho, sem tempo para aprender os macetes e vai de encontro com a horda dos tarados de plantão (vagabundos que não têm coisa melhor pra fazer, do que ficar horas e horas, dia após dia, revirando o mesmo título).  Meio desleal e estafante, concordam?  Ok, sei que não.  Anyway, it’s your call, pall !
            Observo, contudo, que as produtoras estão lançando jogos voltados para o multiplayer, pois assim como são menos elaborados - portanto, mais rápidos de concluir - mapas sombrios (menos detalhes e texturas), as salas de tiroteio, via de regra,  resumem-se a pequenas arenas, cenários restritos, que não exigem a criação de “adventure” linear (caso dos single player). De um modo geral, quem prefere jogar no modo SP é movido pela curiosidade dos próximos cenários e circunstâncias.  Já aos onliners pouco importam as situações vindouras: quatro paredes já estão de bom tamanho, o negócio é soltar pipoco até no teto, até o último sobrevivente...  

            De volta às produtora$, atualmente a cadela tá risonha de prenha. Nunca foi tão fácil comercializar o bagulho. Efeito STARS WAR: com algum mérito, cria-se (na maioria das vezes, copia-se) algo interessante.  Com a ajuda da mídia, temos mais um blockbuster. A partir daí, uma vez transformado o produto em ícone, temos uma expectativa de mercado (clientela ávida e sedenta), e consequente espécie de saudosismo consumista. Qualquer coisa que for lançada, em continuidade ao original, estará fadada ao sucesso comercial. Claro, críticas e decepções dos fãs virão, mas quem liga? A conta bancária fala mais alto, meu chapa!
            Seja como for, registro o protesto do burro solitário: nem todo ícone tornar-se-á um clássico.  E tenho dito!

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

BALANÇO-GERAL DA BAGAÇA

              Buenas, passando a régua, bugrada, tivemos um ano magro, em termos de lançamentos para o Xboxta. E na moléstia opinião deste peão, o bagulho foi bem chinfrim (parecido com esta coluna, rsrsrs).
              Neste final de ano, ao apagar das luzes, tive um baita exemplo do poder da propaganda (de seu êxito comercial, em detrimento de sua veracidade – fracasso na alardeada proposta emuladora do gênero). Explico-me: dos quatro mais-que-aguardados - eu diria que já estavam “pré-cultuados” - ícones de 2011, RAGE, BATTLEFIELD 3, BATMAN ARKHAN CITY e MWF3, puts, nenhum superou seus antecessores (no caso do Rage, podemos dizer que nem chegou aos pés do Borderlands, sua declarada “inspiração”, aquela revelação de 2010 cujo sucesso ocorreu na surdina, quase indie, paralelamente ao cada vez mais fedegoso mainstream).  Afinal, se nas vendas cumpriram sua missão (por conta da consolidação de suas franquias), a diversão ficou a desejar (talvez, em contrapartida à gigantesca expectativa). Tanto que, aposto dois cafezinhos, logo, logo a rapaziada do conceito vai descartar da memória suas existências.
              Por outro lado, observo alguns “azarões”, títulos pouco comentados – ou até mesmo malhados pelos críticos (é bom lembrar que, boa parte deles recebe o seu jabazinho das produtoras... como anunciantes e formadores de opinião, no meio midiático).  Pangarés confiáveis, singelos contentamentos como ALICE: MADNESS RETURNS e BODYCOUNT. Aliás, este último é uma pequena provocação gamer : trata-se de um FPS caricato, ao estilo fliperama, anos 90, uma jocosa variante de um “Doom” afro-asiático, no qual inexistem enredo ou estratégia. O negócio é sentar o dedo e distribuir pipoco até na sombra. Lembrando que Dadinho é o baralho, meu nome é Zé Pequeno, zorra! É a típica paródia que você não se arrependeria de locar, para um zoado fim de semana chuvoso. Contudo, se for comprar, puxa, acho que uns setenta reais estaria de bom tamanho (em vez dos injustificáveis cento e trinta!).
              No mais, ainda permanecem exultantes no pódio xexeliano os três melhores jogos do Xboxta: MWF2, Borderlands e Dead Space (“velharias”, portanto).
              Inté mais, xiru, bom jingle bells e que 2012 seja BEM MELHOR !!!

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Sessão Nostalgia (ou Tia Anastácia Strikes Again!)

Bugrada, xexelento de bobeira, na seca (baita “entressafra”, nenhuma novidade confiável na indústria dos games), quando passa de cuecas pela sala e se depara com aquela peça de museu... Despretensiosa e convidativa... OK, topei de cara o passatempo, ainda que para lembrar dos bons tempos da OLD SCHOOL.
Bicho, nos primeiros minutos fiquei alienígena no controle básicão do PLAYSTATION 2.  Não parecia que, há cerca de quatro anos, eu passava horas e horas naquela coisa! Buenas, a despeito de estar obsoleto na apresentação gráfica, bah, sua jogabilidade continua dando de rebenque em muitos jogos da atualidade. Veja alguns exemplos:
God of War 1 e 2 (um dos raros jogos de plataforma que são espetáculo garantido, junto com Castlevania Lament of Innocence e Shadow of Colossus), Need for Speed Underground e Need for Speed Hot Pursuit (os melhores jogos de corrida até então), Killzone, Black, Urban Chaos: Unidad Antidisturbios (três superclássicos do tiroteio) e, no topo da lista, OS 2 MELHORES GAMES JÁ CRIADOS ATÉ O MOMENTO: Sniper Elite e Resident Evil 4.
 - De quebra, ainda é possível jogar no mesmo console os também inesquecíveis sucessos do Playstation 1, diamantes como Resident Evil 3: Nemesis, TODOS os da série Army Men, Quake II, Doom e Final Doom, Dino Crisis 2, Soccer MLS e O MAIS CRIATIVO jogo de plataforma (ao estilo Mário, porém para adultos, se é que me entende...) de todos os tempos: Skull Monkeys (mano, os caras bolaram um jogo com massa de modelar, estilo stop motion, com ótimos mapas e uma trilha sonora duca!).
E estamos conversados. Da parte deste caudilho dos joysticks, esta nova geração de consoles poderia relançar os jogos acima, apenas com atualização dos gráficos e inovação por alguns mapas extras e uma trilha sonora mais hardcore. No mais, é diversão pra maluco bater de mango no relógio!

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Pluft-Plaft-Zum-Pow-Boom-Bullshit, man!

Via de regra (na ótica do despirocado que vos escreve), séries em gibi pautadas pela aglomeração de personagens costumam apresentar pouca ação, muita conspiração e enredo fraco. Ou seja, um épico banzé intergalático com dimensões apocalípticas e chateação garantida. Como exceção, figura a clássica “SECRET WARS”, em que alguns heróis e vilões são lançados em um planeta distante para... Acertar suas diferenças...
            Recentemente, Patife entregou a “GUERRA CIVIL” aos meus descuidados. Por lacônica sinopse, sua trama orbita em uma questão xexeliana: quando a lei deve prevalecer sobre a moral e o senso comum de justiça?
            Uma tragédia, envolvendo “mascarados”, deflagrou a exigência governamental de que heróis com superpoderes não mais pudessem atuar no anonimato. Para muitos, isso significaria dar adeus à segurança de uma vida civil (mormente em referência à sua parentela).
            Com efeito, uma frágil e tensa dicotomia – entre apologistas e rebeldes – propicia uma história apreensiva, de incomum plausibilidade.
            Aos neófitos do Direito, cabe o exercício reflexivo sobre a legitimidade e a eficácia de uma lei gerada por um clamor popular parcial e pouco arrazoado (quase puramente emocional – com notas destacadas de medo, inveja e preconceito) ao encontro de interesses políticos sinistros.
            O detalhe apreciável fica por conta do discurso inteligente e técnico, mas pouco sensível, do Homem Elástico para com a Mulher Invisível (que por triste ironia, acaba se vendo como uma esposa invisível).
            No mais, inexiste um bom quebra-quebra, esqueceram da adrenalina de uns sopapos bem aplicados e a arte empregada não é memorável (a exemplo de ícones como “Batman e Juiz Dredd” e “O Cavaleiro das Trevas”). Ainda assim, vale o biscoitinho com leite gelado.
            Dica de leitura paralela: “O Caso dos Exploradores de Cavernas”, de Leon L. Fuller.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

PARABÉNS, CAVALO!

Eita nóis, reliiiiiincha, equino!  Parabéns, xexelento, pela premiação especial dos jurados do 1º Festival de Curtas-Metragens de Santo Ângelo !  Moléstia aparte, Xexéu foi destaque, ao ser laureado com a estatueta de PIOR CURTA, Categoria "Pior do Mercossul", pelo seu vídeo "Homo politikus". Parabéns, animal ! :-)
Para conferir a desgraça, acesse: http://www.youtube.com/watch?v=_QLBpDUEZUk

domingo, 4 de setembro de 2011

A Linguagem Universal do Amor Celeste

Não defendo igrejas, mas a FÉ EM CRISTO, esteja onde ela estiver, quando alicerçada na Palavra do Senhor!  Todos somos imperfeitos. Mas Deus é fiel para completar a boa obra que iniciou em nossas vidas. A Bíblia não mente. E apesar das aparentes divergências de sua compreensão, sem dúvida, Deus opera através dos seus muitos santos, espalhados nos mais diferentes lugares -e situações- da Terra. Aceitas um exemplo?  Veja:

http://youtu.be/NMbyuow0toI

"A maior cordialidade que recebi, nesta semana, foram as duras palavras de um desconhecido.
Dois golpes sinceramente ásperos e certeiros, que humilharam meu ego e provocaram o breve frescor de alguma lucidez."       Cleberton O. Garmatz

sábado, 3 de setembro de 2011

Pata Quebrada, Flecha no Peito

            Amiguinhos, deixem o tio cuspir o seguinte: não é porque uma coisa não é real, que ela precisa descambar para o infantil.  
            Gibi, filmes de super-heróis e videogames podem existir, sim, também para os adultos. Pelo menos, poderia haver um segmento da indústria do entretenimento voltado, especificamente, para uma faixa etária mais exigente ou experimentada (não falo aqui sobre os pornôs, ô mente suja).
            Afinal, eis o paradoxo do meu faz-de-conta-de-gente-crescida: se por um lado sou contra a violência, bem como o estímulo da agressividade pela mídia, por outro, reconheço que algumas pessoas - entre os quais, o palerma que vos escreve - necessitam de uma válvula de escape para sua fúria contida, para as neurotoxinas represadas ao longo da semana. Enfim, toda raiva, frustração e estresse podem ser atenuados pela sublimação de uma fantasia “momentaneamente levada a sério.”
            A título de ilustração, fosse eu dirigir um filme, primaria por tomadas de diversas paisagens, contrastadas por outras em que a sedução contida e a violência expositiva de entranhas tornariam essa produção autoral uma obra perturbadora e, particularmente, fascinante...
            Entenderam “a revorta do marmanjo” ? (Hummm... Esquece, deixa pra lá...)

Irritantes filmes “teen” de super-heróis!

            Buenas, indiada, recentemente fomos invadidos por uma série de filmes protagonizados por personagens de gibis. Fica meio difícil emitir uma opinião, acerca dos melhores e dos piores filmes de super-heróis, afinal, nessa hora pode ocorrer alguma quebra de imparcialidade. Contudo, deste lado da trincheira, tentarei ser franco – talvez o único valor final dessa breve ponderação.  :/
            Tchê-loko, de cara, o que me deixa pau da vida é a desgraçada “necessidade” comercial de abrangência do público-alvo. Seguindo compulsoriamente esse princípio mercadológico, o empresariado mainstream intervém na produção das películas, amiúde para formatá-la ao que eu chamo de “cinemão pipoca” (conceito que sugere aquela cena em que a família, desde os avós à pirralhada, encontra-se no cinema para uma agradável sessão de aventuras fantasiosas, politicamente corretas, ludicamente inofensivas e tolas).
            De outra banda, a coisa toda se agrava com a vigilância dos direitos autorais: marcas pesadas como Marvel e D.C. Comics zelam para que o roteiro não escandalize o “mundo pop”, que acaba sendo superficial e rapidamente descartável de nossas memórias. Exemplos: a COMÉDIA Batman, de Tim Burton (e suas duas seqüências), Hulk (onde a parca violência beira as pantomimas do telecatch americano), Demolidor (sonolento teatro estrelado por um magrinho “baby face” de Hollywood), Super-Homem (lasqueira de romancezinho mela-cueca), Thor (dude, cadê a pancadaria? Por que economizaram tanto nos cenários siderais?).
            Vez ou outra, ocorre alguma mediana exceção. Surpresas como Homem de Ferro e Capitão América (e olha que nunca gostei desses gibis, principalmente do soldadinho-propagandista-do-tio-sam).  E no meio de campo empacam produções como Homem-Aranha e Batman (na estampa de Christian Bale), pois fica aquela sensação de “puxa, poderia ter mais porrada, mais vísceras e catchup e menos blá-blá-blá... Como se os personagens precisassem ser apresentados aos alienígenas que desconhecem suas histórias.
            Para nota de rodapé, cito ainda produções baratas, meio underground ou independentes, mas com alguma ousadia e autenticidade: O Justiceiro (trilogia), O Corvo (em cujas gravações morreu Brandon Lee), Constantine, Kick-Ass, Scott Pilgrim.
            Finalmente, para encerrar meu chororô, revelo meu projeto utópico: babaria em delírios se um dia - ok, sabemos que ele nunca chegará - transformassem em filme, integralmente, a saga “Batman Cavaleiro das Trevas” (ultracult, megaclássico de Frank Miller). Na pele do Bruce Wayne velhão, quem melhor que CLINT EASTWOOD ?! (Todavia, com a silhueta digitalizada, de forma a aparentar um gorila enorme, armário falante em tom gutural, encrementado pela carranca do astro casca grossa).  Bah, só de imaginar o bagual já relincha de faceiro!

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Notícia

Bagualaço, vivente! Fontes inescrupulosas (contatos disfarçados do Renato Patife) confirmam que RIDLEY SCOTT está produzindo BLADE RUNNER 2 ! É de sartá butiá dos borso!!!

terça-feira, 16 de agosto de 2011

FÉRIA$ DE POBRE...

     DICAS DE LEITURA para um chinelão que está em férias mas que vai viajar apenas na maionese:
Como não poderia deixar de ser, o rol se inicia pelo Novo Testamento, afinal, este é um blog cristão (ainda que não pareça...).
    A seguir, temos algumas figurinhas bem carimbadas – ainda assim carismáticas – pela rapaziada do conceito:  GUIA POLITICAMENTE INCORRETO DA HISTÓRIA DO BRASIL (Leandro Narloch);  FREAKONOMICS (Steven & Stephen);  ARMAS, GERMES E AÇO (Jared Diamond); AS CONSOLAÇÕES DA FILOSOFIA (Alain de Botton); PORTÕES DE FOGO (Steven Pressfield);  AS IMPUBLICÁVEIS PÉROLAS DA PROPAGANDA (Desencannes);  AS MAIORES BATALHAS DA HISTÓRIA (Nigel Cawthorne);  BILHÕES E BILHÕES (Carl Sagan);  CIDADE DE DEUS (Paulo Lins); ESTAÇÃO CARANDIRU (Drauzio Varella); CV-PCC: A IRMANDADE DO CRIME (Carlos Amorim);  A MULHER DE 30 ANOS (Honoré de Balzac); APOLOGIA A SÓCRATES (Platão);  PENSADORES FRANCESES (coleção Clássicos Jackson); STUPID WHITE MEN (Michael Moore); ANTOLOGIA de Edgar Allan Poe;  A CASA DA MÃE JOANA (Reinaldo Pimenta); 100 DISCURSOS HISTÓRICOS (compilação de Carlos Figueiredo).   
Carpe diem, xiruzada !!!

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

O horror, o horror! (Por Renato Patife)

Aproveitando um escasso, mas bem-vindo tempo de folga, fui procurar algum gibi para ler. Mal sabia eu que estava prestes a testemunhar um desastre em meio à minha estimada coleção de quadrinhos.

Paul Azaceta. Esse é o nome. Não esqueça, para poder evitar, na eventualidade de encontrar qualquer coisa de que este sujeito participe com um lápis na mão. Revistas do Homem-Aranha com convidativas capas ilustradas pelo excelente Marko Djurdjevic escondem em seu miolo este verdadeiro atentado à arte sequencial. Uma cilada. Que coisa horrível. São desenhos tão feios, que fazem meus olhos sangrar.

Passada a indignação inicial, fui ao Google e digitei “Paul Azaceta is terrible”. Para meu consolo, recebi vários resultados, algo que restaurou uma parcela, ainda que pequena, de minha confiança na espécie humana.

Sei que os quadrinhos não são só os desenhos. Mas tanto uma arte mal feita, quanto um texto mal escrito, podem por todo o conjunto a perder e arruinar a experiência. Foi o que aconteceu. Perdi a vontade de ler a história.

Ainda bem que, segundo o que pude averiguar, este “desenhista” já não está mais trabalhando nas revistas do Aranha.

Por isso, um aviso aos incautos: fujam de qualquer coisa desenhada por este rapaz. Provavelmente, um besouro empurrando um pedaço de carvão aleatoriamente no chão fará um desenho melhor do que Paul Azaceta.         (texto de RENATO PATIFE, num dia em que azedou a boca da égua!)

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Udigrudi do Dia:

  • Enquanto jogo umas tretas da vida, trilha sonora por conta dos Ramones.
  • Elementos importantes para um bom jogo: gráficos caprichados + jogabilidade (níveis de dificuldades GRADUAIS para todos os gostos e habilidades, sem mandrakes e chururus) + CUSTOMIZAÇÃO da bagaça, i.e., maior poder de escolha das circunstâncias do jogo, pelo próprio maluco que segura o controle - ex: upgrades de equipamentos por meio de conquistas (earn & buy), variáveis dos cenários, antagonistas e obstáculos, trilhas sonoras, e segue o baile...

domingo, 31 de julho de 2011

Dicas de DVD (final de semana)

1- Preciosa   2- Desafiando Gigantes   3- Ben-Hur   4- O Livro de Eli    5- A Missão    6- Apocalypto    7- Um Sonho Possível
( Os cafajestes também amam: http://youtu.be/EUrLK1L0i2c )

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Dica de Vídeos (para o final de semana)

Blade Runner - O Caçador de Androides;
O Siciliano;
O Profissional;
O Perfume de Mulher;
Quatro Casamentos e Um Funeral;
A Paixão de Cristo;
O Menino de Pijama Listrado.

Oigalê, te fresqueia, lixiguana!

   Na boa, cambada, se formos analisar com alguma neutralidade, provavelmente, Atari e Playstation 2 serão apontados como os mais relevantes entre as gerações de consoles.
   Sabemos que ambos são dinossauros, se comparados com a evolução de recursos gráficos na indústria dos videogames. Contudo, se formos pensar em custo-benefício, bom... Basta nos certificarmos com os neandertais que jogaram nas épocas respectivas de suas vigências. Os jogos eram baratos, inovadores e empolgantes, com um acervo muito prolífero (diversos lançamentos mensais). Não por acaso, tornaram-se CLÁSSICOS.
   Em contrapartida, a maioria dos jogos das plataformas atuais corre o risco de ser tragada, pela esteira do lucro imediato (de um mercado mundial pré-aquecido). Ou seja, o caboclo programador de uma produtora até pode ter uma boa ideia, contudo esbarra na lógica comercial da demanda automática: "por que demorarmos na produção de um jogo, para caprichar no acabamento e na jogabilidade - e com isso investir mais no custo e demorar mais para o retorno da aplicação – se posso vender do jeito que está, pois a demanda mundial é diária e voraz?". Tchê bagual, imagine-se na pele de um empresário, ou de alguém que resolveu fazer uma parceria no investimento de um jogo eletrônico... Você não seria tentado a expor logo o seu produto, para receber o quanto antes (após meses só injetando grana sem ver retorno nenhum)? Pois é, morcegão, meio simplista e chula mas é a dialética do din-din.
   Nesse sentido, podemos citar alguns títulos que são evidentes em sua "precipitação calculada": Turok, Resident Evil 5, Call of Duty Black Ops (single player), Medalha de Honra, Need for Speed, Crysis 2, Homefront, etc. Sem falar naqueles que fazem parte de uma série já consagrada (pré-marketing), ou que são lançados a partir de um filme (vindos no vácuo do sucesso alheio).
   Concordam?
   Em tempo: 1- Não sou contra tecnologia, mas desfavorável a invencionices. "Kinect" e "Nintendo Wii", na minha particular ignorância, são coisas para nerd sedentário, pirralhada e nossos queridos avós. (Quando eu quero suar, procuro fazer esportes. Videogame é mão no controle, compadre!)
                          2-  Os consoles são lançados rápido demais, com capacidade processual extratosférica, porém a qualidade dos jogos nem tanto... Parece-me que os saltos promocionais, de uma geração de videogames para outra, deixou de ser tão visível e marcante. Falta a programação ("engines") acompanhar o desempenho dos hardwares.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Thor: For Asgard (por Renato Patife)

Uma coisa boa que resulta dessa avalanche atual de filmes de super heróis é que as editoras aproveitam a ocasião de grande exposição e marketing de seus produtos para relançar muito material clássico que, não fossem os filmes, provavelmente não veria a luz do dia.

Thor é um bom exemplo disso. Uma série de encadernados contendo histórias clássicas, com arcos completos, foi lançada nos últimos meses, em vários formatos (trade paperback, hardcover, oversized harcover e omnibus).

Um desses recentes lançamentos que despertou minha atenção foi o hardcover “Thor: For Asgard”. Escrito por Robert Rodi, o mesmo autor da ótima minissérie Loki, também do Deus do Trovão, e belamente ilustrado por Simone Bianchi, que alcançou grande popularidade desenhando Wolverine e Astonishing X-Men para a Marvel.

Nesta história, encontramos um Thor com dificuldade de administrar sua terra, seu povo e a si mesmo. Tempos difíceis se abateram por sobre o reino dos deuses. Odin está desaparecido, o inverno perpétuo chegou, vassalos estão se revoltando, e Balder está morto. A liderança de Asgard em tempos tão obscuros deixou Thor enfraquecido a ponto de não conseguir mais empunhar seu martelo Mjolnir. Devido ao rigoroso inverno, o suprimento dos frutos que garantem a imortalidade dos asgardianos está acabando, fazendo com que deuses envelheçam e morram.

É interessante vermos Thor assim, não apenas como um deus, herói e guerreiro, mas também como um rei que tenta impedir a derrocada de seu reino. Uma boa história, que vale a pena ser lida. Robert Rodi conquistou seu lugar em Valhalla.                       (Renato, Patife!)

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Começando Pelo Começo (já é alguma coisa...)

Bah, bugrada, inevitável que citemos a década de 80. Perdoem a arqueologia do tio, mas foi nessa safra que o furdunço teve início. Basta apresentar alguns ícones, tais como o “Tele-Jogo” (um protoconsole, o ancestral dos fliperamas domésticos, que se limitava a duas barras e um ponto na tela, movimentando-se verticalmente, num esboço de pingue-pongue), o fenômeno mundial da Atari (aqui no Brasil, emplacou também o Odissey, console da Gradiente - puts, curtia pra caramba o tosco “Senhor das Trevas”, um cartucho de nave horizontal), Master System (Alex Kid e companhia), Megadrive (Sonic), Nintendo, SuperNintendo, Nintendo 64; o salto dos jogos em cds: Sega Saturn, Playstation (1 e 2), Gamecube. Após, lançaram os dvds e segue o baile. Eita ferro, cambada, tive o privilégio de jogar em todos eles, coisa de louco, tchê!


Sugestões de nostalgia punk-bagual:  DOOM e QUAKE para PC são os precursores dos shooters de respeito, rapaziada! Na sequência, Sniper Elite, e para pausa, relaxe com Age of Empires 2, enquanto escuta o gaiteiro tocar The Smiths, Talking Heads, Yes, Genesis, The Cure, The Police, Depeche Mode, New Order, Cocteau Twins, Brian Ferry, OMD, Crash Test Dummies, Dire Straits, U2, Oingo Boingo, Tears for Fears e um catatau de outras bandas (sem falar na explosão do rock brazuca).  Jogos de consoles: River Raid, Missile Command, Pitfall e Hero (Atari), Star Fox e Top Gear 2 (SuperNintendo), Skull Monkeys, Army Men, Black, Need for Speed Hot Pursuit, Need for Speed Underground, Resident Evil 4 (Playstation).
Gibis:  Fusão (Wolverine&Destructor), Batman Cavaleiro das Trevas (Frank Miller), Demolidor (Frank Miller), Demolidor – Amor e Guerra, Ken Parker, Batman&Judge Dredd, etc.