Piores do Mercosul:


Estas instalações ordinárias constituem a página eletrônica mais ignorada da Região Gaudéria! Em uma velha estação ferroviária (há muito abandonada, entre Santo Ângelo e Ijuí), encontramos (in)certos tibúrcios, aptos a formar um panfleto voltado para opiniões sobre videogames, quadrinhos, filmes, bugigangas modernosas -gadgets- e derivados. Aprochega, vivente, puxa um cepo e vamos desenrolar a charla!


(ESTE BLOG FOI CRIADO EM 13 DE JULHO, DIA INTERNACIONAL DO ROCK. Em sua origem, tem por editores irresponsáveis Xexéu Pilantra e Renato Patife .)

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Relincha, cavalo

      Entre “blockbusters” (que, ultimamente, têm se revelado muito aquém do alarde) e azarões (quase “indie-underground”), outra decepção, outra grata surpresa.  Refiro-me, respectivamente, a Borderlands 2 e a “Amazing Spider-Man”.  Tiro-rápido: não chega a ser uma bomba, mas B2 não é tão bom quanto o primeiro. No entanto, foi alvo de uma chuva de elogios pela crítica em geral.  Particularmente, considero essa segunda edição um mod meio burocrático, uma expansão menos fluída, com cenários não tão inspiradores e que limitam o tiroteio a mapas fechados, i.e., com poucas vicissitudes para guerrilha (mote do primeiro, por excelência).  No mais, até o momento joguei cerca de quinze horas e ainda estou com armamento pouco consistente, com munição que se esgota numa piscadela. Enfim... Meio de saco cheio, dei um tempo pra cabeça e, sem muitas expectativas, por curiosidade passei para o outro jogo.
      Buenas, assim como transcorreu o filme, o produto foi de pouca divulgação e de críticas amenas, contudo... Puxa, trata-se de uma baita diversão para jogadores ocasionais (v.g., trabalhadores, casados, com outras ocupações além de ficar horas a fio, grudados no console). E o título torna-se uma raridade se formos observar que é de uma franquia (de super-heróis Marvel), cuja tendência é de conter uma curva de dificuldade um tanto abrupta (tudo vai bem até que, lá pela metade da história – ou antes – aparece um boss quase intransponível). Eis um exemplo de jogo com gráficos bacanas, mapas agradáveis e uma jogabilidade balanceada – trocadilho incidental, palavra.  Certo, se o caboclo cumprir somente as missões principais, com cerca de 30% rodados já “finaliza” o jogo.  Mas ainda poderá fazer outras coisas interessantes, além de passear por New York em estilo único. Em suma, recomendo o trem apesar da esnobada da diretoria.

*** Da série "O Futuro (sinistro) Já Começou", veja reportagem sobre os arsenais tecnológicos à disposição do mercado. Um exemplo de brinquedo fatal? Um robô gigante pode ser pilotado de cockpit ou controlado a distância. Máquina tipo 'transformer' dispara até mesmo foguetes. O ‘Kuratas’, em exposição no Japão, tem 4 m de altura e pesa 4 toneladas.
A máquina pode ser controlada de duas maneiras distintas: a distância - por exemplo, via smartphone - ou por um piloto a bordo de seu cockpit. O robô pode ser personalizado e está armado com um sistema de armas futuristas. 

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Bagulho Alarmante

Patota, assista ao documentário NOTÍCIAS DE UMA GUERRA PARTICULAR (serviu de base para o TROPA DE ELITE).  Detalhe: a reportagem data de uns dez anos atrás, ou seja, hoje em dia o terror é bem maior, parceiro:

http://youtu.be/EAMIhC0klRo

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

TOP TEN (by Sinfrônio Epaminondas)


1-     Resident Evil 4 (PS2)
2-     Borderlands (Xbox360)
3-     Star Fox (SuperNES)
4-     Call of Duty Modern Warfare 2 (Xbox360)
5-     Dead Space (Xbox360)
6-     Sniper Elite (PS2)
7-     Batman Arkhan Asylum (Xbox360)
8-     Fallout 3 (Xbox360)
9-     Need for Speed Hot Pursuit 2 + Underground (PS2)
10- Para PC:  American McGee´s Alice;  Far Cry;  F.E.A.R. 2 ;
                      Serious Sam 2;  Halo;  Age of Empires 3.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Dia de Faxina


“Festina lenta.” (Apressa-te devagar.)  Em minhas mãos, boas ideias que resultaram em jogos descartáveis, mormente pelo descuido em detalhes que fazem substancial diferença... Ao organizar minhas traquitanas, selecionei alguns títulos que, definitivamente, “zerei” (aos neófitos: a expressão significa vencer o desafio final de um jogo) e perdi o interesse na brincadeira -ainda que passados alguns meses.
Por efeito “faxina tech”, tento revender os jogos originais e em bom estado, para um camarada proprietário de uma locadora. Lamentavelmente, por valores inferiores à metade do que gastei na aquisição dessas promessas decepcionantes.  Como exemplos, entre outros, estou dispensando: A- GREEN LANTERN; B- FORZA 3; C- RAGE. Pois, salvo melhor alvitre:
A-   Como acontece com a maioria dos jogos de super-heróis, mesmo quando se escolhe a dificuldade mínima, não demora muito para que algum “boss” estrague a descompromissada, lúdica e diletante distribuição de sopapos. O que torna a fase uma repetitiva (leia-se entediante) sucessão de tentativas.
B-    Aqui a razão é oposta, mas de comum efeito: as corridas não são impeditivas aos jogadores ocasionais (meu perfil), porém são pouco estimulantes, permeadas por cenários pouco inspiradores e “rachas” tão divertidos quanto uma disputa de patinete. Cadê o nitro da bagaça? Essa potroca não anoitece, não chove, não tem neblina, drifting, etc.?
C-   Bah, que propaganda fajuta. O troço foi destacado com mais de 20 premiações da E3, tem seu estilo nos moldes de Borderlands etc. e tal, os gráficos sãos bons e os mapas (cenários) medianos. Maaaas... Puts, esqueceram das armas?! Velhinho, jogar um FPS com aquelas tralhas não rola, cidadão! Sem se falar do sistema burro-crático de ser compelido a dirigir longos trajetos, cada vez que surge uma missão (ao estilo hediondo de Far Cry2).
Em suma, sou partidário de que se elabore um setor especializado em “acabamentos e detalhes”, antes, durante e depois da programação dos jogos.  Ou volto ao Play2 e SuperNintendo (a velha-guarda que ainda manda bem.)

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Bite Me Day

Lembrete pra clandestinidade ligada: neste findi vai rolar o sarau fuleiro da pilantragem unida. Local incerto e não sabido. Horário de sempre. (A trilha sonora fica por conta da banda Atomic Fart.  Bagaça preza, de respeito, compadre.)

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Bobagem das boas!


   Novamente, acabo de sair do cinema. No cardápio desta noite, O ESPETACULAR HOMEM-ARANHA, edição recente na saga do mais popular super-herói, com novo elenco e uma trama mais interessante. E minhas primeiras impressões são de... Bah, que baita filme! Os mequetrefes capricharam no bagulho! Um trem muito bem feito, e sem dúvida o melhor da série. O vilão também foi consistente, assim como as cenas dos sopapos.
    Mas atenção: NÃO ASSISTA SE NÃO FOR EM 3-D!  Pontos altos da patifaria: disparos da teia (em substituição aos meros “lançamentos”), conferindo um aspecto de “shooter”, algo mais agressivo e frenético. Além disso, o encerramento, quando a cena derradeira é configurada em um 3-D de arrancar comentários gerais da plateia.
    Resumo da bagaça: a produção alcançou com louvores o objetivo de dar novo fôlego a esse filão.  Por meio de uma linguagem mais moderna, a série atinge uma estética visual muito superior àquelas exibidas nos episódios anteriores. O roteiro também se demonstrou enxuto, objetivo – vamos ao que interessa – porém sem atropelos. Buenas, cambada, posso garantir que foi uma grata surpresa (a mídia em geral não vem rasgando elogios para esse azarão-quase-clandestino).
Sugestão do maluco: acrescentar algumas cenas de câmera em primeira pessoa, focadas nos pêndulos entre os prédios (fazendo com que o espectador tenha a perspectiva de estar ele na pele do tarzan dos arranha-céus). Um pouco mais de vertigem lancinante e destruição de paredes.  No mais, longa vida ao franzino cabeça de teia!

terça-feira, 31 de julho de 2012

O Bom Sinal do Bat-Sinal

   Acabo de sair da sala de cinema, com aquela sensação de ter visto um bom filme. Nas quase 3 horas de "Batman Ressurge", provável arremate da franquia protagonizada por Christian Bale, percebe-se a tensão derivada de um enredo bem escrito, com direito a certa angústia, grandiloquência e, pasmem, alguma maturidade (para um filme de super-herói, isso é quase uma revolução).  Aos mais achegados dos ingredientes da cozinha, ainda colabora para a qualidade da obra o festival de referências ao cult "Cavaleiro das Trevas", de Frank Miller.  
   Enfim, é entretenimento sem muito besteirol. Causo sério, papo reto e sinistro, presepada sem a comédia Sessão da Tarde de Homem-Aranha, Homem de Ferro e outras pelúcias. E, como quase sempre, poderia ter sido melhor se ousasse nas -poucas- cenas de bofetada. Nota 8 na escala xexeliana!

Em tempo:   Possível fosse, cederia um  pouco da dramaticidade por algumas doses extras de pancadaria hardcore (afinal, não se trata de cinema europeu, mas de um pasteurizado MacHolywood).  
E mais:   Ainda sou da opinião de que, para conferir maior credibilidade - verossimelhança - a esse faz de conta para adultos, poderia ser dispensada a personagem da Mulher-Gato.  (Se bem que aquela pitoca de extrair amigdalas quase comprou o passe, vá lá...)

sexta-feira, 13 de julho de 2012

%*6#!#&(-£¢! (É nóis, tchê!)

IÇA! FEEEEEESTA NA FLOREEEESTA! 
Parabéns, bugrada! Hoje é o Dia Mundial do Rock. Uma SEXTA-FEIRA 13. E o pior de tudo: também é o Aniversário do BAHQUELEGAL. Isso mesmo, celebramos UM ANO de controvertida subexistência!  “Clandestinidade com criatividade.” Bahquelegal é atividade na laje, mermão! (E no galpão também.)
Em comemoração, iniciamos a megapromoção de brindes aos nossos leitores. Quem telefonar à nossa central de comunicações, ramal do SACO (Serviço de Amolação ao Cliente Otário), e responder à perguntinha malandra, ganhará um exclusivo kit de preservativos (usados). Participe!
CAMPANHA do BAHQUELEGAL 2012/13: Solicitamos aos nossos colaboradores internautas para que continuem a NÃO divulgar o blog. Com o engajamento da galera sem-noção, certamente, este será mais um exitoso ano de fracasso comercial. Faça a sua parte (que a minha não precisará ser feita)!
Apoio: Impopular&Anônimo – a arte do zé povinho.

SUGESTÃO DO MÊS: Ghost Recon: Future Soldier.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

A Transilvânia é aqui.


Quando, de passagem, percebo as pessoas babando em frente a um televisor, mesmerizadas com os despautérios da Bobo, SBT, Recorte e demais coitas... Misericórdia, como me é difícil avocar alguma lucidez, a sobriedade de que eu não sou um gênio, se comparado às vítimas dessa epidemia bestial. Em contrapartida, tento sublimar meu desconforto, a decepção com minha absoluta falta de paciência com tantas sucursais do inferno: domingão do burrão, porra total, domingo ilegal, programa do gagá (digo, gugu), entre tantos outros similares e derivados, além do horror dos horrores: as novelas!
(...)
Enfim, quanto mais avança o conhecimento científico, na colossal era da informática, mais embasbacado permaneço, diante da estupidez dos conteúdos transmitidos.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Pelo Menos as Vacas Não Têm Asas (ainda...)

Curto e direto, sem rodeios. Pelo trailer eu já fiquei desconfiado. Agora, ao jogar o demo de RESIDENT EVIL 6, minhas suspeitas sedimentaram-se em uma quase convicção.  Buenas, como poderei resumir uma análise sobre o provável jogo a ser lançado em outubro? Hummm... Parece-me mais justo algo próximo a: CRAP! Lixo. Não reciclável e caindo em cima da cabeça daqueles que esperavam, com alguma ansiedade, por algo pelos menos vagamente parecido com o fulgurante Resident Evil 4. Será a morte anunciada de uma série que, até a quarta edição,  tinha tudo para ser um Stars War dos games?  Mano, o bagulho é tão ruim que em vez de  Resident Evil Six deveria ser chamado de Resident Evil Shits!
Pusta frustração, negada, os malucos erraram na mão, e feio.  Se bobear, ficou pior que o 5 (que já era uma ratazana morta nas calças).  Para resumir o desastre, limito-me a denunciar os gráficos pobres/podres (ambiente escuro demais, sem riqueza de detalhes e texturas), cenografia sem nenhuma inspiração, mapas burocráticos, jogabilidade ruim (péssima escolha de ângulos), armamento chinfrim, arrianta, em suma, até o supermario vira um jogão shooter comparado com essa bos#&ڇ!
Cretinos! Malditos xamixugas! Fisdaégua!
É, bugrada, levando em conta que nos resta apenas as promissoras produções de BORDERLANDS 2 e FAR CRY 3 (previstas para o final do ano), além da miragem de DEAD SPACE 3 (começo de 2013), este será um longo, longo ano... (Entre-safra do carai !)

sexta-feira, 13 de abril de 2012

FERRO NA BONECA !!!

Da série “coincidências suspeitas”, parece que a galera produtora de games resolveu atender aos relinchos internacionais deste que vos escreve. Pois não é que estão relançando alguns ícones antigos, repaginados pela tecnologia atual? Veja uma das minhas indicações (como visionário de plantão, sugeri o título em novembro do ano passado; leia o texto que postei sob título “Sessão Nostalgia”): SNIPER ELITE.
Trata-se de uma tentativa elogiável, contudo... Fica aquela famigerada sensação do “quase lá”.  Ao analisar o produto, em uma primeira rodada (afinal, eis um raríssimo título a ser jogado mais de duas vezes), pareceu-me evidente que:

1-     A evolução gráfica foi moderada, aquém do potencial dos atuais hardwares – e muito a desejar, quando comparado ao original do PS2 sobre um jogo criativo e viciante. Proposta: a substituição da arte gráfica no “cenário estático” (paredes, ruínas, mobílias, fontes, etc.), por colagens digitalizadas (gerando um aspecto mais real, próximo da cinematografia). Principalmente sobre duas cenas, em especial: a do atirador e a do acompanhamento do projétil (no efeito “bulls eye”);
2-     O escopo do usuário é a diversão, não a busca por uma reprodução fiel de uma narrativa da História. Portanto, os desenvolvedores da bagaça poderiam (leia-se DEVERIAM) balancear a jogabilidade, enriquecendo-a com aspectos atrativos tais como texturas casuais/pontuais, referências históricas ou populares, pequenos quebra-cabeças, efeito bufada sideral, trilha sonora roqueira, etc.
3-     Um pequeno-grande detalhe que faria considerável diferencial: incluir em cada missão um mercado para troca, construção, comercialização e alteração das armas (customização) e equipamentos (camuflagem, mapas, etc.).
4-     Dar uma caprichada nos limite vertical (céus, nuvens). Primar por missões em dias e noites com chuva ou neve. Incluir uma missão ao estilo “silent hunting”, ambientada em uma floresta.

Nesse contexto de chururu do rintintim, algo semelhante poderia ser feito - com provável êxito – com o Resident Evil 4 (o 5 foi uma desgraça, já o 6 está prometido para até o final do ano) e com o jurássico CYBERIA. Quem jogou o bicho sabe do trem bão a que me refiro...

terça-feira, 3 de abril de 2012

Shit happens! (And we love it!)

Caramba! É business, neguinho! Os caboclos não são fracos, não. MARVEL e a distribuidora Walt Disney Pictures ("cinemão-pipoca pra toda a família!") anunciaram o investimento de CEM MILHÕES DE DOLETAS só no marketing de "Os Vingadores" ! Isso mesmo, rapaziada, vão injetar essa fábula apenas na divulgação desse produto pasteurizado-arrasa-quarteirão. Ou seja, ATENÇÃO FÃS e público adulto em geral: fujam! Vai ser um sucesso comercial – e uma bomba de filme, uma potroca, naba despretensiosa pior que Thor e Lanterna Verde (filmes esses que, convenhamos, estão desprovidos de "pegada" até mesmo para o público infantil mais internauta). Deplorável... E pensar que o primeiro filme a romper a cifra dos cem milhões foi Exterminador do Futuro 2 (produção total, inclusive com marketing), há cerca de duas décadas... E que permanece menos enfadonho que muita historinha tosca de super-heróis dos atuais cinemões da vida.
- Alguém poderia financiar Tropa de Elite 3? Com só dez por cento, do que vai ser torrado naquela m. americana, com certeza seria feito um filme bem mais agressivo e consistente. (Tá certo, mas que os gringos iriam torcer a fuça, por ser "muito violento"...)